vem à boca o que se pensanão há meditação em suas palavras
nem arrependimento ao entregá-las
doa a quem doer, a dureza é seu prazer
que fala o que lhe é plausível
independe de ser amigo ou inimigo
veja quão dura é suas palavras
que lhe sufoca, lhe faz solitária
inimiga de si mesma
sua língua afiada
"Porque meu Deus?"
peguntas na penumbra
de mais um noite companheira
que vai-se embora enquanto o dia chega.
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